Equilíbrio entre taxa de recuperação, benefício ambiental e custos

A Indaver está empenhada em minimizar os danos ambientais e em maximizar a valorização energética e de materiais de cada aspeto da sua gestão operacional.

No dia a dia, isso implica garantir a máxima segurança das pessoas e do ambiente e obter uma recuperação máxima de energia e de materiais através de soluções financeiramente acessíveis. Desta forma, estamos a criar o melhor valor possível para o cliente e para a sociedade. 

Na nossa estratégia, esta ambição resulta na:

  • Redução sistemática do impacto integrado das emissões 
  • Redução sistemática do uso de energia e materiais
  • Geração de mais energia a partir das nossas instalações de tratamento de resíduos
  • Melhor distribuição da energia (rede de fluxos vs eletricidade na rede)
  • Aumento da recuperação de materiais, mantendo a economia circular saudável, segura e limpa

 

A Indaver consegue sempre demonstrar o que é que acontece a qualquer um dos componentes perigosos dos fluxos de resíduos do cliente. Na nossa opinião, esta é uma responsabilidade essencial quando tratamos e eliminamos resíduos perigosos. 

Deposição em aterro e sustentabilidade

Os aterros colocam diversos problemas diretos e indiretos à nossa sociedade. Os aterros desperdiçam recursos, requerem grandes extensões de terreno e quando atingem a sua capacidade máxima, só temos duas opções: torná-los maiores ou construir outros. Todos os aterros acabam por atingir a sua capacidade máxima e quando isso acontece não desaparecem; permanecem cheios com os nossos resíduos e requerem uma vigilância contínua, existindo sempre o risco de contaminação dos solos e dos lençóis freáticos. Em suma, não são uma forma sustentável de gerir resíduos, pois as gerações futuras vão ter de resolver o problema dos aterros que hoje estamos a criar.

A Diretiva da UE relativa à deposição de resíduos em aterros estabelece normas rigorosas para reduzir a nossa dependência dos aterros e o impacto ambiental dos resíduos eliminados por deposição em aterro. Normas operacionais e infraestruturais mais restritivas limitam os tipos e a natureza dos resíduos que podemos depositar em aterro e restringem fortemente a localização dos aterros. 

As disposições legais que incidem sobre estes aspetos são o Decreto-Lei n.º 183/2009 de 10 de agosto, a Diretiva 1999/31/CE, relativa à deposição de resíduos em aterros e a Decisão do Conselho 2003/33/CE. Estas disposições têm um impacto significativo na forma como gerimos os resíduos. 

Os aterros só devem ser utilizados se tiverem sido consideradas e descartadas as opções alternativas para a gestão de resíduos, pois para além dos requisitos da legislação direta existem pressões adicionais que limitam a deposição de resíduos em aterros. 

Na Europa, os países estão, lenta mas gradualmente, a desviar os resíduos industriais dos aterros, e Portugal acabará por seguir esta tendência.

São os produtores de resíduos que tomam as decisões iniciais sobre a gestão dos seus resíduos e decidem se o aterro é ou não a melhor opção. Para o efeito, consultam geralmente os operadores da gestão de resíduos e embora os possam deixar decidir, continuam a ter o Dever de Diligência. 

Por termos uma perspetiva europeia e estarmos presentes em vários países, sabemos exatamente que quadro legislativo se aplica à sua situação. Temos a experiência de ajudar empresas a mudar para uma gestão sustentável de resíduos, 100% conforme à ausência de imputação de responsabilidades futuras. Se decidir que a sua empresa pretende adotar uma abordagem pró-ativa, contacte-nos; pois teremos todo o gosto em aconselhá-lo.

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